A Selecção Nacional está de PARABÉNS!!!!!!!
Pelo menos com ela, estamos felizes!!!!
E a Avenida encheu-se uma vez mais!!! Aliás acho que as avenidas de Portugal encheram de gente alegre!!!

Portugal vai parar uma vez mais!!!!
TODOS A APOIAR A SELECÇÃO NACIONAL!!!!!!

A entrada principal da igreja de S. Martinho de Anta está virada a Norte. Tem, em frente, um belíssimo cruzeiro de granito.
À hora que o fotografei era quase crime andar ao Sol!!! Estava uma canícula desgraçada!!!!

Cruzeiro, face Sul

Cruzeiro, face Norte
No adro da igreja estava esta linda cruz florida.
Não resisti!

Visitei o cemitério de S. Martinho de Anta.
Primeiro quem me é querido.
Depois Miguel Torga. em campa rasa, com uma urze junto, e nada mais.
De lá trouxe duas cruzes. Havia muitas mais...


Não há guloso que lhes resista!



De grandes a pequenos, de novos a velhos, todos se encantam por uma ou outra diversão.
É vê-los, de olhos brilhantes de entusiasmo. E, se conseguem o prémio, soltam gritos de alegria, entusiasmados!
Tinha a minha filha uns 4 anitos quando ganhou uma jarra enorme, feiíssima!!! Uma verdadeira anormalidade!!! Mas transportou-a para casa como se fosse a maior prémio à face do mundo! E eu guardei-a durante anos... desfazer-me dela seria um crime!



Quando eu era pequenita - como se agora fosse muito grande..... upsss - a festa durava menos dias e estava concentrada nas Fontaínhas.
Agora é diferente, e encontramos vestígios de S.João em muito lugar da cidade.


Por necessidade, e por prazer, trabalhei hoje com fotografia a preto e branco.
A transformação dos espaços é fantástica.
Parece-me que, num repente, volto anos atrás e as imagens tomam um ar bem mais romântico.
A Pérgola, vista de um ângulo menos comum, fica encantadora. Mas fica mais notória a diferença das épocas da sua construcção e das casas que lhe servem de moldura.


Quem ficar de olhar indiferente???

Quando fui recolher a filhota já a luz da manhã se via...
Estava calmo e sereno. Muito nevoeiro. No meio do rio, esperando, estavam os vestígios da festa nos barcos de onde foi lançado o fogo de artifício.


Na noite de S. João há sempre imensos balões peloa ar. Ficam lindos!!!!!
Para subirem sem incendiar logo é preciso muito cuidado na preparação e no lançamento.
Este balão foi preparado e lançado com muito cuidado... e lá foi ele pelo céu fora!


Como de costume, o fogo de artifício juntou milhares de pessoas à beira-rio. E já adivinhava o resultado de hoje, e fazia caretas aos ingleses!
Ora reparem, e digam se não é verdade?


Comecei o S. João em Matosinhos. As sardinhas estavam óptimas!!!
Depois tomei a decisão mais simples. O carro ficou por lá, e apanhei o metro até ao Bolhão. Tal como eu, umas centenas bem largas de pessoas tomaram decisão idêntica e o Metro ia que nem lata de sardinha.
Ao meu lado viajaram dois casais super simpáticos e de ar bem folião.
E levavam as cores dominantes no S. João deste ano.
O Verde e o Vermelho!!!

Eu vou!
Bora todos para a festa!!!!!
Já fui ao S. João em váriso locais em Portugal, mas em nenhum é tão especial como no Porto.
E a minha opinião é perfeitamente isenta, claro!!!!!!!!

- Afastem-se!!!! Vou a conduzir o meu comboio de brincar!!!!
Reparem só no ar compenetrado!....

Disseram-me que aqui vai ser uma discoteca, bar, e mais umas coisas.
Mais um lugar a passar na "noite".
Só espero que seja de valer a pena!!!!!!!!!!!
...porque pena era ver aquela bela casa a cair aos bocados.

Há espaços neste parque onde parece que a cidade que o envolve desapareceu e nada mais existe do que a serenidade da Natureza.
Xiuuu!!!
Não façam barulho que acordam os passarinhos!

De casco completo, o barco que há-de ser, já olha o rio e pensa:
- Não tarda, ando sempre de pés molhados.

Meios barcos... proa e popa... duas metades te um todo com umas curvas lindas que encantam.
Ora digam lá se não é verdade?????


Espreitando a cidade, o casco novo do barco vai tomando forma. A madeira tem uma cor fantástica!

O barco que vai crescendo no estaleiro vai dizendo ao barco que passa no Douro:
- Aguarda-me!!! Não tarda também aí passo.

Não há dúvida de que amanhã o dia estará bem quente. Pelo menos é o que anuncia este vermelho ao crepúsculo.

Hoje estava limpida e fresca a noite à beira-mar. Ontem era assim...

O nevoeiro que durante o dia pairou na cidade, cresceu pela noite dentro, criando sombras e nuances que eu adoro.
Porto, para mim, é também nevoeiro e intimidade desses momentos únicos.

Esta é uma vista do arco da Ponte da Arrábida pouco comum.
Descubram de onde tirei a fotografia....

É impossível passar na marginal da Foz sem que a Pérgola nos prenda o olhar.
Eu gosto de a passear...
Passeio-a desde menina.
Jovem, namorei muita vez sentada nos seus arcos e por lá deixei muitas confidências trocadas com as amigas.
Ainda deixo...

Apeteceu-me brincar com as fotografias.
A preto e branco. Para mim ficam fascinantes.
De verdade, recordo sempre o tempo em que passava horas fazendo revelações na câmara escura. Deixei de o fazer há relativamente pouco tempo, na verdade... mas nos últimos anos já não o fazia tanto como quando só usava o monocromático, e fazia o trabalhito todo com as minhas próprias mãos.
Em dia de Santo António, domingo, uma torre sineira a impor-se...

Quando perguntei a uma senhora que passava a razão de tanta gente e tanta animação na Praça do Cubo aquela hora, respondeu-me toda feliz:
- Ó menina, é a telebisão!
Realmente a música atravessava o Rio...

Há paisagens que me fascinam. Esta é uma delas.

A propósito do post «A Garça Cinzenta», e do post «Será? (II)» da Maria, recordei-me que foi em Dezembro a última vez que essas meninas garças posaram para a minha objectiva...



Quando o Dever e a Devoção se juntam às janelas do Porto, o fascínio ainda é mais forte!!!!
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Hoje fui levar a filhota foi estudar matemática. Fui leva-la, logo depois do almoço. Quem tira dezanoves e vintes não olha a que dia estuda. Estuda quando tem de estudar, apenas.
O percurso levou-me por algumas ruas da Ribeira de verde e vermelhovestida...
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As janelas da cidade do Porto já não estão de Azul e Branco. Mudaram. Agora vestem-se de Vermelho e Verde.
De forma simples, os tripeiros que apoiaram o seu «Porto» e se engalanaram das suas cores, estão agora com a sua «Selecção».
E é assim porque o seu amor à cidade é tanto quanto o seu amor ao seu país.
A História tem muitos episódios que confirmam estes afectos.
É simples de sentir, para quem é tripeiro como eu. No entanto não sei explicar este sentir.
Sente-se, apenas.
Reparem na Rua das Flores...


Pormenores de relevo. A ter em conta quando se olha e se vê.


O trabalho em ferro prende-me sempre os olhos. Estes candeeiros são particularmente bonitos... e há bastantes pelas arcadas da Praça do Comércio adiante.
Estão lá no alto, e imagino que poucos olhos os devem ver, embora bastantes os olhem.

Gosto de me passear nas arcadas desta Praça com tanta história. Gosto de sentir o espaço e de as apreciar nos seus pormenores.
Claro que no dia em que tirei esta fotografia recorri atempadamente aos serviços de enxotadores profissionais para que a beleza da construção não ficasse tocada por qualquer transeunte distraído!!!!

Ele lá estava na Praça do Comércio, vaidosíssimo, esperando passageiros.
E encarnado, como dizem os alfacinhas!

Do alto do Parque Eduardo VII a vista é soberba, mas vai ser preciso lá voltar para poder avistar as colinas de Lisboa. Desta vez, a Feira do Livro não deixou!!!
Mas não isso tirou a beleza do verde com o Tejo por fundo...

O Bairro Alto é, dos bairros antigos de Lisboa, o que eu primeiro conheci.
Jovem, de mão dada com outro jovem, conheci-lhe as ruas e as vielitas e fiquei a gostar muito.
O Bairro Alto é o primeiro espaço de planta ortogonal da cidade. Data do Século XVI, e temos que descobrir as linhas rectas nas linhas meio curvas das ruas. As propriedades conventuais da zona obrigaram a isso. E, quem sabe, nesse tempo as réguas eram a mdos que tortas...
É aqui que está o mais belo miradouro da cidade: o Miradouro de S.Pedro de Alcântara.
Recomendo a sua visita ao fim da tarde, quando o Sol bate na colina do Castelo de S.Jorge, e o branco das casas fica ainda mais luminoso.

Foi bem breve a minha passagem pela capital.
Levei muito trabalho na bagagem, e grande parte do tempo que a filhota andou a passear com o namorado, estive agarrada ao trabalho de fim de ano lectivo que professor tem.
Mesmo assim deu para visitar mais um pouco da cidade de Lisboa e deliciar-me com a descoberta - ou redescoberta - de recantos novos. Levou-me pela mão alguém que sabe a rodos da história da cidade, da sua arte, do urbanismo. Levou-me a mim e aos dois jovens por companhia, claro!
É verdade que sou tripeira ferrenha, que adoro a minha cidade do Porto, que a não trocava por nada.
É verdade que sinto o Douro como a mais bela região de entre todas. É lá que sinto as minhas raízes.
Não são esses sentimentos que me impedem de me perder também na cidade que é Lisboa.
Cá por mim, de cada vez que por lá vou, saboreio mais a cidade que os próprios alfacinhas que por lá vivem - ou sobrevivem.
Destino: Rock In Rio
Não para mim, que se lá fosse jamais iria esta noite!
Saímos do Porto ao final da manhã. Eu e a minha filhota. Fomos buscar o candidato a genro. E ala que se faz tarde!
Almoçamos em Coimbra, com a Isabel.
E continuamos rumo a Sul.
O genro testava o brinquedo novo com gps, porque a auto-estrada podia ter desvios e eu enganar-me no percurso. Seria uma tragédia, já que os «Metálica» e outros que tais os esperavam na Quinta da Bela Vista.
De repente, próximo de Vila Franca de Xira, todo o trânsito para! E passamos a andar num irritante para/arranca de centro de cidade em hora de ponte.
Um quilómetro. Dois quilómetros...
- Não é normal! Ou é acidente ou obras. Ou então deu a maluca hoje ao pessoal todo!!!
No outro sentido vejo um carro avariado.
- Do lado de lá avariam! E é deste lado que não se anda!
De repente faz-se luz no meu espírito!
- No outro sentido não há carros! Ou seja: o que quer que seja, é do outro lado!!!
Confesso que me senti enfurecer!!
Uma hora depois, e uns quantos quilómetros a passo de caracol, vejo umas luzes. No outro sentido, claro!!!!
- Estamos safos - digo - depois daquele sítio a fila de carros vai desaparecer com a Nossa Senhora do Espanto!
- Mãe!!! Tu viste???
- Vi. Eram luzes. Deviam ser obras.
- Não!!! Era um carro que ardeu completamente! Não viste??????? Até a televisão lá estava!!!
E como bons voyeurs - os que o são e muitos outros por arrasto - lá se passava a passo de caracol e se espreitava bem espreitado por cima da via separadora da auto-estrada para ver... um carro e uma moto que arderam; um morto; uma sobrevivente... deu no telejornal.
E graças a uma curiosidade mórbida de quem não tinha nada a ver com o assunto, o trânsito quase parou e ficamos horas a torrar ao Sol! Acho que nem é bom comentar este hábito..... porque se trata de um hábito.
O final do dia já foi no Porto... depois de uma tarde em Vila do Conde com a Catarina.
E as notícias foram boas!!!!

O Aqueduto destinava-se a abastecer de água o Convento de Santa Clara.
Construído entre 1628 e 1714, tem cerca de 5 km desde Terroso - onde se sítua a nascente - até ao Convento.
Este troço do aqueduto está bem conservado, mas grande parte está quase em ruínas.


Junto ao Mosteiro de Santa Clara, a vista sobre o estuário do Ave é fantástica! Hoje estava particularmente bonita.
