A madrugada tinge o rio de cores que me apaixonam.
É verdade que raras vezes que me delicio com elas. Culpa minha, claro! que levantar cedo custa!!!!!!!!!!!!
Ontem a filhota tinha um avião a apanhar às 6 da manhã. Nada como aproveitar!
O avião partiu, levando a cachopa rumo a terras italianas depois do aceno de mão, feliz...
...e eu parti rumo ao meu Douro...
Àquela hora o sereno das águas casa com a tranquilidade dos lugares.
Por entre o nevoeiro as pontes entrelaçam margens e reflectem sombras que aconchegam barcos ancorados.
E o cheiro... fresco. Cheira à maresia que o vale deixa vir até mim.
Já há pescadores nas margens. Poucos ainda. Trazem as canas e o farnel, e saboreiam.
De quando em quando passa um carro.
Sento-me no muro. E espero que o crepúsculo me traga o Sol.

O fim de tarde estava tranquilo. O céu tingiu de vermelho ao pôr-do-sol.
Ao passar a Ponte D.Luis, de metro, a paisagem era fantástica!

A noite estava bem quente e soprava uma brisa do lado do oceano. No céu, algumas nuvens. Nada especial.
Num repente o vento começou a soprar de sudoeste, muito forte. Quase ao mesmo tempo começaram a ver-se clarões ao longe. Minutos depois já a trovoada se abatia, forte, sobre a cidade!
Confesso que já tinha pensado fotografar muitas vezes uma trovoada. Por isto e por aquilo nunca tinha concretizado essa vontade.
Hoje, não resisti.



Há momentos mágicos...

| Por delicadeza Bailarina fui Tão breve o começo Dançarina fui Onde o mar aberto Bailarina fui Minha vida atada «Juventude ociosa Sophia de Mello Breyner Andresen |
Há sempre uma reclamação...
.....no dia em que tirei a fotografia estava a tiritar de frio!!!!!


|
A musa em férias
Do outro lado do mar A verdade ignora-se ............* Soluções sabemos todas Afinal as palavras somos nós ............* Crescei e multiplicai-vos Crescei no medo Um pelo que sobreviva ............* Com o hálito ............* Mas dança em sossego Agora
|
Obrigada, amiga, pelo poema....