novembro 22, 2006

De nariz no ar (17)

Sol
Publicado por m_vm em 09:26 PM | Comentários (0)

De nariz no ar (16)

Sol
Publicado por m_vm em 09:24 PM | Comentários (0)

De nariz no ar (15)

Sol
Publicado por m_vm em 09:20 PM | Comentários (0)

novembro 21, 2006

Lucca

- Não deixes de ir a Lucca!

Este dito de uma amiga ficou-me no ouvido: Lucca.

Afinal foi quase por acaso que a visitei... É uma cidade fascinante! Pequenita, mas muito bonita.

Não senti o peso dos turistas apressados das cidade grandes e pude fruir os espaços.

Perdi-me pelas ruas.
Subi às torres e aos terraços. Passeei nas praças. Sentei-me no chão de um jardim a comer um gelado...

Um dos seus ex-libris é a sua praça “redonda”…

Um antigo anfiteatro construído no Século II aC, seguindo uma planta elíptica com duas fileiras de 54 arcadas e uma capacidade para 10000 pessoas deu lugar, na Idade Média, a uma praça fechada em que as casas ocuparam as antigas ruínas. A praça manteve a sua forma elíptica característica, com edifícios toda em torno dela.

Hoje esta praça tem em seu redor lojas e cafés, e as explanadas estendem-se por ela dentro. Acolhe um sem número de actividades culturais: música, teatro, ...

Na fotografia ainda se consegue perceber esta praça, a que mais me encantou em toda a viagem.

Agora digo eu: se forem à Toscania, não deixem de ir a Lucca!


nome.jpg

Publicado por m_vm em 10:59 PM | Comentários (1)

novembro 20, 2006

Porto

Há quem diga que é cinzenta. Talvez. Se assim a quiserem ver....

Mas… como podem?

Será que já a correram ao raiar do dia, quando o cinza da noite dá lugar aos brancos e amarelos das paredes e aos vermelhos dos telhados?

É... como magia...



Porto


Publicado por m_vm em 10:53 PM | Comentários (4)

novembro 16, 2006

Tresouras

Há muito que não subia estes caminhos, mas voltar por eles é como se fosse voltar depois de ontem porque as pedras, as árvores e os caminhos têm o mesmo contorno e os mesmos cheiros.

Costumava pegar num livro e subir a encosta sem pressas.
Escolhia um penedo para me acoitar até o Sol descer no horizonte e lia horas a fio ouvindo chilrear e olhando as serras que amo.

Anos antes subia a correr para descer ainda mais depressa. Não têm conta as vezes que esfolei joelhos e cotovelos atrás de tudo e de nada mas sempre pelo prazer de fruir aquela terra.
Conheço ainda todas as pedras dos caminhos. E os cheiros.

Para jusante, o Douro. Resende. A Ermida.
Costumava sair no comboio na Ermida.

- Não olhes para a frente! As faúlhas entram nos olhos e magoam-te!

O comboio parava no meio do ranger do ferro das rodas nos carris e do fumo das máquinas. O cheiro era inconfundível e ainda o tenho gravado na memória, vivo. Saíam pessoas, malas, sacos e cestos que galgavam os quilómetros de caminho preciso para chegar a Tresouras. Não havia "carreiras", e carros de praça só mesmo em caso de muita precisão e marcados com dias de antecedência.
Calor? Frio? Chuva? Sol?
Não havia nada que diminuísse a alegria. Afinal, estava de férias!

A Norte, Montemuro orlada agora de moinhos de vento modernos que reluzem com a luz doce do nascer e do por do Sol. Energia limpa.

Já por lá andei, mas de carro quase sempre. Ainda quero andar muito mais.

Para a esquerda, Mesão Frio, a montante do Rio Teixeira que corre em fio de água no fundo do imenso vale que cavou.

E o Marão! A Teixeira. Mafómodes. Aqui sim, conheço. De hoje e de ontem.

Ia a Mesão Frio a pé, ao sábado. Descia ao moinho, passava ao lado de Loivos, e subia junto à cooperativa do vinho. Acaba aqui a Região Demarcada e no Outono as cores dos vinhedos e o aroma das uvas cortadas de fresco é inconfundível!!!

Na Teixeira comi o doce que lhe tomou o nome, acabado de sair do forno, famoso em qualquer feira mas raramente o original. Às vezes era preciso esperar que acabasse o tempo de cozedura. Nada complicado, porque as gentes daquelas bandas têm conversa que prende e as horas não se sentem.

Passando Mafómodes, com as suas leiras de um verde único, é só subir até às antenas e olhar o mundo! Lá do alto, do mais alto, o que é que se não vê???




Tresouras


Publicado por m_vm em 12:53 AM | Comentários (13)

novembro 15, 2006

Opções



Douro Internacional



Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano ele treme de medo.

Olha para trás, para toda a jornada, os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados,
e vê à sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre.

Mas não há outra maneira.
O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar.
Voltar é impossível na existência.
Você pode apenas ir em frente.

O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece
Porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano.

Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento.




Baghwan Sree Rajneesh, mais conhecido como Osho, filósofo indiano



Oceano Atlântico

Publicado por m_vm em 07:19 PM | Comentários (5)

novembro 07, 2006

Exposição de Fotografia




desertificação

Publicado por m_vm em 01:06 AM | Comentários (2)